Sob a liderança do presidente Osvaldo Arvate Jr., o Clube Esperia atravessa um período de transformações estruturais e administrativas que dividem opiniões entre os associados. Modernização, obras, ajustes financeiros e novas regras de acesso compõem o novo cenário do clube tradicional da zona norte paulistana.
Tecnologia e acesso: entre avanço e incômodo
A implantação de catracas com reconhecimento facial gerou expectativas quanto à segurança e à modernização dos acessos. No entanto, diversos associados relatam dificuldades técnicas frequentes, o que transformou a novidade em motivo de frustração para alguns frequentadores. Há também queixas sobre diferenciação de tratamento no acesso entre associados comuns e conselheiros vitalícios.
Valores e infraestrutura: a relação entre preço e entrega
As mensalidades, atualmente em torno de R$ 400 para menores de 65 anos e R$ 320 para idosos, também têm sido tema de debate. Associados questionam o custo-benefício diante de obras prolongadas, dificuldades operacionais em setores como lanchonete e academia, e a percepção de que nem todos os investimentos se traduzem em melhorias perceptíveis no cotidiano.
Estrutura em reforma e desconforto temporário
As obras em andamento vêm impactando a rotina dos frequentadores, com relatos de corredores interditados, barulho e desorganização. A diretoria afirma que as intervenções visam a modernização e valorização do clube a médio e longo prazo, mas parte dos associados cobra mais transparência quanto a prazos e planejamento.
Relações internas e ambiente associativo
Outras críticas comuns dizem respeito à forma como relações internas são conduzidas, especialmente em setores como a academia. Segundo relatos, haveria favorecimentos com base em relações pessoais, o que comprometeria o espírito de igualdade entre os membros. Esses apontamentos reforçam a necessidade de códigos internos de conduta mais claros e aplicados com equidade.
Reflexão e proposta de evolução
Em meio a um período de tantas transformações, surge o questionamento: o modelo de gestão atual atende plenamente aos princípios de eficiência, transparência e participação? Alguns associados sugerem que o clube avalie a possibilidade de profissionalizar cargos estratégicos e criar mecanismos de fiscalização participativa, como conselhos deliberativos independentes.
Nota editorial: Este artigo tem caráter opinativo e visa estimular a reflexão sobre modelos de gestão em entidades associativas. Nenhuma das observações acima deve ser interpretada como ofensa pessoal, mas sim como expressão de análise crítica baseada em relatos de associados. O espaço para resposta oficial da administração está garantido através dos comentários abaixo.

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